Bolsonaro detona na ONU
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Bolsonaro detona na ONU

Em defesa do Brasil Bolsonaro ataca socialismo de rapina, indigenismo ultrapassado e ambientalismo radical na abertura da assembleia da ONU, cabide de sinecuras de esquerdistas fora do poder e sem emprego

José Nêumanne

24 de setembro de 2019 | 17h37

Bolsonaro fez o discurso de estadista, que interessa ao Brasil, e imprópria é ONU, cabide de emprego de esquerdista fora do poder e palco de faz de conta. Foto: Ludovic Marin/AFP

No discurso de abertura da 74.ª Assembleia Geral da ONU, em Nova York, o presidente brasileiro Jair Bolsonaro criticou duramente o socialismo corporativista e de rapina, o indigenismo ultrapassado e o ambientalismo radical, heranças da mauvaise conscience do hipócrita colonialismo falido europeu de Macron, Merkel e companhia bela. Muitos consideraram o pronunciamento impróprio para as Nações Unidas. Mas a instituição que lhe serviu de palco é que é uma excrescência, que não passa mais de um cabide de empregos para esquerdistas destronados e remunerados a peso de ouro por países que nada têm que ver com o desemprego desses almofadinhas. Já passou da hora de acabar com ela, resquício da guerra fria num mundo completamente mudado, que precisa livrar seus membros do altíssimo custo social de suas encenações de diplomacia de plumas e paetês. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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