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Bolsonaro dá aula de ética à Globo

Segundo chefe do Gaeco do Rio, porteiro anônimo que serviu de fonte ao Jornal Nacional para introduzir nome do presidente na investigação da polícia carioca da execução mentiu para polícia. que não desconhece esse fato

José Nêumanne

30 de outubro de 2019 | 17h24

 

Reportagem, dada como furo, do Jornal Nacional da Globo na noite de terça-feira 29 de outubro de 2019, tentando envolver o presidente Jair Bolsonaro na execução da vereadora do PSOL Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes, é fruto de vagabundagem no duplo sentido da palavra: preguiça e abandono de mínimos cuidados a serem tomados em qualquer denúncia, caso de dar a palavra ao denunciado, qualquer que seja ele. A resposta numa live enfurecida e emocionada na rede social da vítima foi um banho de comunicação numa empresa que se diz de comunicação. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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