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Bolsonaro como Dilma e Temer

Temendo paralisação de caminhoneiros provocada por aumento do Diesel pela Petrobrás, presidente mandou estatal manter preço do combustível sem sequer avisar a Paulo Guedes, seu "posto Ipiranga" em economia

José Nêumanne

14 de abril de 2019 | 00h23

Depois de seis dias de silêncio sobre fuzilamento de Evaldo Rosa por patrulha em Guadalupe, Bolsonaro diz que Exército não matou ninguém, porque é do povo. Foto: Adriano Machado/Reuters

Congelamento do preço do Diesel por determinação de Bolsonaro, cancelando  aumento anunciado pela Petrobrás, deu prejuízo de 32 bilhões no patrimônio da empresa, em valor de mercado, como aconteceu antes no governo Dilma, e atropelou a economia liberal de Paulo Guedes, o “Posto Ipiranga”, que sequer foi informado. A altitude foi tomada para atender à chantagem dos caminhoneiros, que puseram o Brasil de joelhos, como aconteceu há um ano na gestão Temer. No Twitter, a deputada Janaína Paschoal constatou que o PSL, partido dela e do presidente, está ficando igual ao PT. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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