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Bolsonaro comemora morte de brasileiro

Num post só, presidente comemora morte de voluntário suicida e politiza a imunização à covid-19 num ritornello à "revolta da vacina" ded 1904 para atacar eventual adversário em pleito daqui a dois anos

José Nêumanne

11 de novembro de 2020 | 20h25

Em seu comportamento padrão quando recebe alguma notícia ruim do MP/RJ sobre herdeiro Flávio, Bolsonaro perde o controle e dispara pelos bofes insultos e preconceitos, quebrando o decoro devido. Foto: Gabriela Biló/Estadão

“Morte, invalidez, anomalia. Esta é a vacina que o Dória queria obrigar a todos os paulistanos tomá-la. O Presidente disse que a vacina jamais poderia ser obrigatória. Mais uma qie Jair Bolsonaro ganha”. Que nojo o presidente da República considerar vitória dele a morte de um voluntário que participou dos testes da vacina Coronavac da Sinovac chinesa e do Instituto Butantan, que é uma instituição científica brasileira respeitada no mundo inteiro. Ao contrário da Anvisa que interrompeu as estagens por esse óbito e é é dirigida pelo contra-almirante Barra Torres, negacionista olavista, que participou de manifestações a favor do presidente, apontado como parceiro por jovens incapazes de enunciar uma frase em português escorreito em vergonhosa coletiva. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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