Bolsonarista expõe criança estuprada

Líder do grupo 300 do Brasil, que não passam de 30, Sara Giromini, em prisão domiciliar, revelou nome da menina violada pelo tio e endereço de hospital onde sua gravidez foi interrompida

José Nêumanne

18 de agosto de 2020 | 20h26

A extremista Sara Geromini empunhou bandeira nacional durante manifestação a favor da chapa Bolsonaro/Mourão, na sede do TSE e no ataque a fogos contra sede do STF. Foto: Dida Sampaio / Estadão

Sara Fernanda Giromini, Sara Winter para colegas bolsonatistas, violou o Estatudo da Criança e do Adolescnte revelando em suas redes sociais, e em letras capitais o nome da menina de dez anos esuprada, que engravidou e foi submetida a cirurgia para retirada do feto. Além disso, deu nome e endereço do hospital onde a cirurgia foi feita. Um grupo de católicos radicais foi ao local e a chamou de “assassina”, como revelou o médico que a operou, Olímpio Barbosa, também insultado como “aborteiro”. O nome do tio que a estuprou, contudo, não foi revelado. E o presidente Bolsonaro, que atribuiu ataques de militantes como a líder dos “300 (que são 30) do Brasil” a exercício da liberdade de expressão e empenhou advogado-geral da União e ministro da Justiça para defendê-la de processos contra seus ataques às insdtituições do Estado de Direito com palavrões, insultos e desafios para trocas de socos. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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