Battisti, o prazer de matar
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Battisti, o prazer de matar

Poliassassino foi condenado por 60 juízes na Itália, então governada pelo socialista Pertini e no processo confessou à ex-mulher prazer em matar para ver sangue jorrar, desmentindo idiotas que o defendem

José Nêumanne

15 de janeiro de 2019 | 12h33

Embarcado em avião para Itália, Battisti foi levado à prisão para cumprir pena por crimes que nada têm a ver com política. Foto: Alessandro Pizzoli/AFP

Gleisi Hoffmann, presidente do PT, calou sobre prisão do criminoso italiano Cesare Battisti, mas adotou como do partido frase do líder na Câmara, Paulo Pimenta, segundo que não se tratou de questão ideológica, mas constitucional. Idiotices do tipo foram desmascaradas pelo professor de Direito Penal Walter Maierovitch, que diz já ter lido mais de um milhão de vezes o processo do pluriassassino, e, em artigo no Estado, contou que dos autos consta confidência feita a uma ex-mulher e companheira de grupo terrorista sobre o prazer que sente quando vê jorrar o sangue de quem mata. Lembra ainda que ele foi condenado por 60 juízes e que o presidente da Itália à época era o socialista Sandro Pertini.

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Assuntos do comentário da terça-feira 15 de janeiro de 2019

 

1 – Presidente do PSOL diz a Danilo Gentile que não conhece o processo de Battisti, mas acha a sentença injusta; Gleisi e PCdoB calam, mas líder do PT Paulo Pimenta vê indícios de “Estado de exceção”

 

2 – A velha paixão da esquerda pelo banditismo: Robin Hood, Lampião, Pancho Villa e Zapata

 

3 – Manchete do Estadão hoje: 142 deputados já podem se aposentar com até 34 mil: 24 vezes os 5,6 mil, teto do trabalhador comum,

 

4 – Bolsonaro escolhe general Rêgo Barros para ser porta-voz

 

5 – Otimismo quanto à reforma da Previdência faz Bovespa bombar

 

6 – Moro manda exonerar Azelena Inácio da diretoria de Proteção Territorial da Funai, mas ela segue no cargo e diz que se sente no governo do PT

 

7 – Procurador-geral do Rio diz que não depende de depoimentos da família Queiroz para apresentar denúncia no caso da Alerj

 

8 – Maduro compara Bolsonaro com Hitler e Trump elogia brasileiro

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