Bastos na Lava Toga
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Bastos na Lava Toga

Busca e apreensão em escritório do finado ex-ministro da Justiça de Lula, autorizada pela Justiça, busca provas da delação premiada de outro figurão do PT, Palocci, contra ex-presidente do STJ César Asfor Rocha

José Nêumanne

12 de novembro de 2019 | 13h22

Não há dúvidas de que, em 2003, Palocci e Bastos se entendiam muito bem sobre atos públicos e segredos nada republicanos do governo Lula. Foto digital: Dida Sampaio/AE/

Operação Lava Toga, enterrada frequentemente no Senado por Davi Alcolumbre e sem aprovação de Flávio Bolsonaro, começa a ser empreendida por via inesperada: Justiça Federal de São Paulo, para surpresa geral, determinou busca e apreensão no escritório do finado Márcio Thomaz Bastos, ex-ministro da Justiça de Lula, do PT. O ex-presidente do STJ, César Asfor Rocha, protagonizou delação premiada do ex-ministro da Fazenda e da Casa Civil petista Antônio Palocci, e teve seu escritório vasculhado antes pela PF em busca de provas de denúncia segundo a qual teria recebido R$ 5 milhões da Camargo Corrêa para enterrar Operação Castelo de Areia.

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Assuntos para comentário de terça-feira 12 de novembro de 2019

1 – Haisem – O que você tem a dizer sobre a decisão da Justiça de quebrar o sigilo fiscal do ex-ministro da Justiça de Lula, Márcio Thomaz Bastos, mesmo depois de morto

2 – Carolina – O que há de revelador na descoberta de que foi instalado um microfone no chuveiro da cela descoberto por Thiago Eliezer Martins, preso na segunda fase da Operação Spoofing

3 – Haisem – Você acha que o ministro do Supremo Tribunal Federal Luiz Fux teve bons motivos para suspender investigação sobre atuação do coordenador da força-tarefa da Operação Lava-Jato em Curitiba, Deltan Dallagnol, sobre sua atuação na investigação sobre o petrolão

4 – Carolina – O que você acha que pode ter levado o ex-ministro de Lula, Ciro Gomes, a despejar uma série de insultos sobre o ex-chefe, chamando-o, por exemplo, de “encantador de serpentes”

5 – Haisem – Você vê sinceridade nos elogios feitos pelo decano do Supremo Tribunal Federal, ministro Celso de Mello, à relevância da liberdade de imprensa na homenagem recebida por ele na Associação Nacional de Jornais

6 – Carolina – O que o levou a escrever o artigo desta semana no Blog do Nêumanne do Portal do Estadão com o título Palavra de Toffoli não vale um vintém

7 – Haisem – Um título no alto da primeira página anuncia Por emprego, governo vai taxar seguro-desemprego. O que justifica isso, a seu ver

SONORA_MARINHO B

8 – Carolina – Sem governo, Bolívia vive caos; Evo se asila no México – esta é a manchete da primeira página do Estadão de hoje. A que ponto você acha que essa crise pode chegar num país tão próximo ao nosso

SONORA_ANEZ 1211

 

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