Assanhando o chororô

Assanhando o chororô

Inocentada de crime comum, Dilma tenta confundir senadores que julgam seu impeachment

José Nêumanne

27 de julho de 2016 | 08h46

Marx, a esperança de Dilma

Marx, a esperança de Dilma

Em suas alegações finais, a defesa de Dilma no Senado acrescentará um documento em que aposta todas as fichas de sobrevivência da afastada: o parecer do procurador federal Ivan Cláudio Marx, de Brasília, isentando-a da acusação de crime comum na prática das chamadas “pedaladas fiscais”. Ocorre que seu impeachment é julgado no Senado por crime funcional, ou seja contra a Lei de Responsabilidade Fiscal, que tem que ver com a gestão e não com o Código Penal. Só que a situação dela é tão desesperadora que ninguém se dá mais nem ao luxo de tentar anular a chicana com objetivo apenas de assanhar a minoritária bancada do chororô.

(Comentário no Direto da Redação 3 da Rádio Estadão – FM 92,9 – na terça-feira 26 de julho de 2016, às 18 horas)

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