As três guerras de Temer
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As três guerras de Temer

Temer perdeu a guerra política, mas insiste em disputar nos campos jurídico e parlamentar

José Nêumanne

31 de julho de 2017 | 19h52

Deputado Vladimir Costa (SD-PA) tatuou no ombro sua solidariedade à permanência de Temer

O Ibope Inteligência dando conta de que 81% dos eleitores brasileiros querem que dois terços dos deputados federais autorizem o STF a abrir o processo por corrupção passiva movido pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra o presidente Michel Temer, 79% consideram quem votar contra a acusação é cúmplice dele e 73% acham que esses parlamentares não deveriam ser reeleitos em 2018 mostra que Temer tem uma batalha quase perdida no campo político. Isso, contudo, não quer dizer que ele não possa vencer a batalha jurídica, como já aconteceu no TSE que arquivou o processo contra a chapa em que foi vice da Dilma por “excesso de provas”. E a parlamentar, que seus aliados consideram antecipadamente vencida, embora não seja certo sequer que haverá a votação na quarta-feira 2 de agosto próxima. Este foi o primeiro tema debatido por mim e pelo âncora Emanuel Bomfim, da Rádio Eldorado, no Estadão às 5, transmitido do estúdio da TV Estadão dentro da redação do jornal e retransmitido ao vivo pelas redes sociais Youtube, Twitter, Facebook e Periscope Estadão na segunda-feira 31 de julho de 2017, às 17 horas.

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