As mentiras de hábito

As mentiras de hábito

Carta de Dilma é repositório de mentiras de sempre com mais clareza

José Nêumanne

17 de agosto de 2016 | 09h37

Dilma e Oliva, ambos investigados / DIDA SAMPAIO / ESTADAO

Dilma e Oliva, ambos investigados
/ DIDA SAMPAIO / ESTADAO

A não ser pelo estilo escorreito do texto, em nada coerente com a retórica atabalhoada da autora, a carta de Dilma Rousseff aos senadores que julgam seu impeachment e ao povo brasileiro só acrescentou mais do mesmo. Ela mentiu em todas as linhas, proferindo barbaridades como a de chamar um processo político (seu julgamento previsto para 25 de agosto) de “eleição indireta”. Ofendeu todos os seus julgadores – deputados federais, senadores e ministros do TCU e do STF, que o perpetraram –, a lógica e o Estado Democrático de Direito, por propor plebiscito para eleição direta para a Presidência, que não consta de nenhuma linha da Constituição.

(Comentário no Direto da Redação 3 da Rádio Estadão – FM 92,9 – na terça-feira 16 de agosto de 2016, às 18 horas)

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