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Aras subserviente a Toffoli

No hediondo caso do sequestro do sigilo bancário de 600 mil brasileiros pelo presidente do STF, procurador-geral da República tenta equilibrar-se entre ele e Bolsonaro, que o nomeou, servindo aos dois

José Nêumanne

15 de novembro de 2019 | 22h09

Aras exercita na Procuradoria-Geral da República seu talento de servir a dois senhores, no caso Bolsonaro, que o nomeou, e Toffoli, que julga seu trabalho. Foto: Dida Sampaio/Estadão

Diante do absurdo sequestro de dados sigilosos de 600 mil pagadores de impostos pelo presidente do STF, Dias Toffoli, o procurador-geral da República, Augusto Aras, mostrou não estar à altura do cargo que ocupa, pois deveria acusar, e não pedir o aconselhar, como tentou fazer. E dessa forma, atua com evidente subordinação ao chefe do Poder Judiciário e também ao presidente Jair Bolsonaro. Afinal, este depende da “boa vontade” do chefe do “excelso pretório” para manter o primogênito Flávio longe do alcance do MP do Rio no caso da “rachadinha” da Alerj.

 

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