Amor ou ódio por Lula

Amor ou ódio por Lula

Bolsonaro e Haddad disputam no segundo turno da eleição não uma luta entre direita e esquerda, democratas e amantes da ditadura, mas, sim, entre quem venera e quem detesta ex-presidente

José Nêumanne

17 de outubro de 2018 | 06h46

Desabafo de Cid Gomes em festa de lançamento de Haddad no Ceará teve grande repercussão. Foto: Reprodução do vídeo

O desabafo do ex-governador e senador eleito Cid Gomes pondo água no chope da festa do lançamento da adesão de seu partido, o PDT, com o PT à chapa Lula/Haddad do PT em Fortaleza, serviu para esclarecer de vez que, ao contrário do que se acredita, o segundo turno da eleição presidencial não será decidido entre adeptos da esquerda e da direita. Na verdade, se travará nas urnas uma disputa para saber se a maioria dos brasileiros é de devotos do mito do padim Lula ou de cidadãos que o detestam por tudo o que foi feito pelo líder e por seu partido, o PT, que, em nome do socialismo e do amor aos pobres, promoveu a maior crise e o maior escândalo de corrupção da História do País. Este é meu comentário no Estadão Notícias, no Portal do Estadão desde as 6 horas da quarta-feira 17 de outubro de 2018.

Para ouvir clique  aqui e, em seguida, no player

Para ver vídeo do discurso de Cid Gomes clique aqui

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.