Ambientalistas exploram menina sueca
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Ambientalistas exploram menina sueca

Esquerdistas que não tiveram votos para manter empregos exploram uma menor sueca, eleita não se sabe por quem nem onde, tornando-a porta-voz do rancor contra estadistas reunidos na ONU

José Nêumanne

25 de setembro de 2019 | 16h34

Ninguém contou para a teenager Greta que nazistas alemães massacraram milhões de aliados usando aço fornecido por seu país, a Suécia. Foto: Carlo Allegri/Reuters

Mais uma farsa da ONU: um tal de Fundação Right Livelihood Award concedeu o Prêmio Nobel Alternativo (seja lá o que for isso) à teenager sueca Greta Thunberg, de 16 anos, tida como ativista ambiental, inspiradora e amplificadora de demandas políticas “por uma ação climática urgente que reflete fatos científicos” e “voz poderosa de toda uma geração de jovens”. A esquerda ociosa, sem votos nem postos do mundo contemporâneo, apela para a exploração infantil, ao escolher a escolar, que virou palmatória do mundo ao repreender líderes, escolhidos pelos povos de seus países para dirigi-los, por não atenderem a suas utopias infanto-juvenis. É um clássico caso de exploração de menor, que não foi eleita a nada por ninguém em país nenhum e feita ícone pelo nada, que é a ONU. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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