Almir defende Nobel para Butantan e Fiocruz

Almir defende Nobel para Butantan e Fiocruz

Ex-ministro do trabalho defendeu prêmio Nobel para institutos que produzem vacinas anticovid no Brasil na série Nêumanne Entrevista desta semana e lembrou que comprar votos é corrupção

José Nêumanne

13 de fevereiro de 2021 | 17h28

1 – O ex-ministro do Trabalho Almir Pazianotto defendeu o Prêmio Nobel para o Instituto Butantan de São Paulo e à Fiocruz do Rio pela produção de vacinas anticovid no Brasil no vídeo da semana da série Nêumanne Entrevista. 2 – O ex-presidente do TST também disse perceber a má vontade generalizada contra a Operação Lava Jato e seus resultados confirmam a conclusão de que corrupção é como inflação: não termina nunca. 3 – Segundo Pazianotto, é o caso de compra de votos, como ocorreu nas disputas pelas presidências da Câmara e do Senado, com o disfarce de legalidade das emendas parlamentares. 4 – A nomeação do então general do Exército Fernando Azevedo, hoje ministro da Defesa, para o gabinete de Toffoli na presidência do STF foi um ato autoritário e não poderia ter sido aceita, disse ainda ele. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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