“Acidente pavoroso”
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“Acidente pavoroso”

A quem Temer pensa que engana definindo massacre de Manaus como fortuito?

José Nêumanne

06 de janeiro de 2017 | 09h05

Entre Padilha e Morais e longe de Moraes, Temer lança plano fora de sua alçada

Com Padilha e Morais, longe de Manaus, Temer lança plano inviável

Depois de quatro dias sem ter dado um pio sobre o massacre de Manaus, Temer contou com a “solidariedade governamental” de seus subordinados no Planalto para “reiterar” seu apoio às famílias, cujos “presos” foram executados, decapitados e desmembrados pela fúria assassina da facção Família do Norte. E anunciou um plano nacional de segurança que não pode ser executado, porque esta é uma tarefa das Unidades da Federação, e não da União. A embromation teve seu ápice na definição da chacina como tendo sido um “acidente pavoroso” ocorrido a uma distância conveniente do lugar escolhido pelo chefe do governo para exercitar suas platitudes de hábito.

(Comentário no Direto da Redação 3 da Rádio Estadão – FM 92,9 – na quinta-feira 5 de janeiro de 2017, às 17h35m)

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