Abraço de afogados
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Abraço de afogados

Noivando com Frota, cujo flerte com Bolsonaro terminou em insultos, PSDB resolveu, enfim, separar-se de Aécio e ouve juros de amor do presidente da Câmara, Maia, propondo união estável em 2020 e 2022, ou melhor, juntar os trapinhos

José Nêumanne

21 de agosto de 2019 | 22h25

Doria trata Frota como uma espécie de talismã porque estava no lado vencedor na eleição de 2018, mas será que isso basta para vencer em 2022? Foto: Gabriela Biló/Estadão

Em festa por receber Frota, expulso do PSL por Bolsonaro, que dele recebeu nota 4 de desempenho e se absteve de votar na reforma da Previdência, PSDB tenta mandar Aécio embora e ouve juras chorosas de amor do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, prometendo união estável entre as duas legendas nas eleições de 2020 e 2022, promessa que, pelo patrimônio político dos dois, tem mais sentido de “juntar os trapinhos”, cada vez mais sujos e rotos.

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