A sórdida armação dos Mais Médicos

A sórdida armação dos Mais Médicos

Vendido como uma solidária cooperação mútua socialista, o Mais Médicos, agora está provado, não passou de um negócio sujo entre uma ditadura boçal e um partido de vassalos sem vergonha

José Nêumanne

26 de novembro de 2018 | 20h31

Recepção de médicos em Havana chegou ao ápice circense com o ditador Raul Castro indo esperar os devolvidos no avião. Foto: Estudios Revolución.

Como um castelo de areia desmancha-se o tal do Mais Médicos, que importou médicos cubanos com remuneração para o governo da ilha e a parte menor dos salários para os profissionais mandados para o interior do Brasil. Depois do cancelamento unilateral sem obediência a nenhuma ética contratual por Cuba, veio a revelação feita por documentação que estava sob sigilo na embaixada do Brasil em Havana de que tudo foi planejado, projetado e realizado pelos exportadores de mão de obra praticamente escrava, em nome da solidariedade socialista, que se provou uma farsa. Ao custo de R$ 7 bilhões, foi apenas um negócio sujo de uma tirania boçal com um partido de vassalos sem vergonha.

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