A sono solto
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A sono solto

Subida de Imposto e cortes no Orçamento desmentem discurso otimista do governo sobre fim da crise

José Nêumanne

21 Julho 2017 | 18h25

Longe do Brasil, onde deixaram a bomba de imposto e cortes, Temer fala e Meirelles dorme Foto: NBR

O imposto subiu e o ministro dormiu. Temer e Meirelles deixaram o País à sorrelfa, ficando com o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, o encargo pesado de comunicar cortes no Orçamento e o aumento em quase o dobro do PIS/Cofins sobre derivados de petróleo. Em Mendoza, na Argentina, Temer saiu-se com um palpite infeliz: “O povo vai entender”. E mereceu a crítica, embora descabida, do coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol: entendeu, sim, é claro, sabe que lhe cabe pagar as contas públicas furadas pela corrupção ainda tolerada e os privilégios (entre os quais os salários dos juízes e do Ministério Público, dos quais não se lembrou. O ministro da Fazenda cochilou, enquanto o chefe falava na reunião do Mercosul. Tudo isso rolou no Estadão às 5, programa da TV Estadão, retransmitido ao vivo por Youtube, Twitter, Periscope Estadão e Facebook na sexta-feira 21 de julho de 2017, às 17 horas.

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