À sombra de Celso Daniel
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À sombra de Celso Daniel

A tentativa da Polícia Federal de por panos quentes na investigação sobre o esfaqueador de Bolsonaro, tratando como crime comum atentado contra democracia, lembra casos Celso Daniel e Toninho do PT

José Nêumanne

04 Outubro 2018 | 07h15

Atentado contra Bolsonaro em Juiz de Fora deveria estar sendo investigado à luz da lei de segurança nacional. Foto: Fábio Motta/Estadão

A dificuldade da PF de investigar a facada de Adélio Bispo de Oliveira no candidato do PSL, Jair Bolsonaro, primeiro colocado nas pesquisas para disputar o segundo turno como um atentado politico contra a democracia e, portanto, de segurança nacional, e não um crime comum, como está tratando, deve levar o caso à vala comum como tem ocorrido historicamente. Até hoje são discutíveis os resultados a que chegaram inquéritos de delitos graves como o caso do sequestro e execução do ex-prefeito de Santo André Celso Daniel e o assassinato a tiros do ex-prefeito de Campinas Toninho do PT, ambos com consequências políticas óbvias e conclusões no mínimo polêmicas. Este é meu comentário no Estadão Notícias, no Portal do Estadão desde 6 horas da quinta-feira 4 de outubro de 2018.

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