A realidade manda na politica
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A realidade manda na politica

Pressão da opinião pública foi decisiva para dois aliados de Cunha votarem contra ele no Conselho de Ética da Câmara

José Nêumanne

15 de junho de 2016 | 09h02

Vladimir Costa traiu Cunha no Conselho

Vladimir Costa traiu Cunha no Conselho

A aprovação do relatório Marcos Rogério aprovado pelo Conselho de Ética da Câmara por inesperados 11 a 9 recomendando ao plenário a cassação do mandato do presidente afastado da Casa, Eduardo Cunha, alerta senadores que votarão do impeachment de Dilma em dois meses para o primado da realidade sobre patranhas, pretextos e argumentos na atividade política. Uma velha lei consensual do Parlamento ensina que mandatários legislativos não costumam cometer suicídio político. O Conselho de Ética da Câmara preferiu acreditar no axioma. Resta ver se Senado também o fará daqui a dois meses quando julgar o afastamento definitivo ou a volta de Dilma à Presidência da República.

(Comentário no Direto da Redação 3 da Rádio Estadão – FM 92,9 – na terça-feira 14 de junho de 2016, às 18 horas)

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