A política como pornochanchada

A política como pornochanchada

Comparação da campanha eleitoral no Brasil com tema de roteiros de filmes da velha Boca do Lixo é injusta, porque pornochanchada pelo menos não furtava sua plateia fiel, ao contrário de certos dirigentes de partidos

José Nêumanne

08 de agosto de 2018 | 07h18

Sob inspiração de Lula, via Gleisi, Haddad e Manuela compõem com ex chapa triplex para eleição. Foto: Fernando Bizerra Jr./EFE

Pois a candidatura duplamente fora da lei de um apenado e ficha-suja não sobrevive apenas pela fé no torneiro mecânico do ABC que virou o beato Luiz Conselheiro da imensa Canudos em que o Brasil se está tornando. Mas também pelo oportunismo rastaquera de quem o usa para se dar bem na “vida pública”. E de alguns figurões do Judiciário, como o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Luiz Fux, que inventou a condenação prévia sem efeito algum no despacho em que arquivou o processo que a pediu. Pensando bem, a comparação é injusta para os filmes da Boca do Lixo, que ao menos não furtavam seu público fiel.

Este é o último parágrafo de meu artigo publicado na Página A2 do Estado de S. Paulo da quarta-feira 8 de agosto de 2018

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