A podre e a sadia

A podre e a sadia

Economia manda bons recados, mas politica podre compromete desempenho do governo Temer

José Nêumanne

20 de fevereiro de 2017 | 09h04

Abraçar Lobão não faz bem à imagem de Moraes Foto: Marcelo Camargo|Agência Brasil

Abraçar Lobão não faz bem à imagem de Moraes Foto: Marcelo Camargo|Agência Brasil

Os sinais positivos que começam a aparecer na economia elevam o otimismo, ainda que cauteloso, dentro do governo para o ano. A expectativa da equipe econômica é de que, ao final do último trimestre, o Brasil esteja crescendo a um ritmo de 2% em relação ao mesmo trimestre de 2016. No entanto, o chefe do governo tem índice de popularidade de 10.3%, muito próximo do obtido por sua antecessora, Dilma Rousseff, pouco antes de ser deposta por impeachment. Não é que economia e política estejam dissociadas. Uma continua influindo muito na outra. É que, no caso de Temer,  a banda podre da política tem anulado os bons efeitos percebidos na economia. Para reverter essa expectativa e fazer a economia em processo de saneamento prevaleça, ele terá de se livrar das péssimas companhias no governo.

(Comentário no Estadão no Ar da Rádio Estadão – FM 92,9 – na segunda-feira 20 de fevereiro de 2017, às 7h15m)

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