A mulher de César e a mulher de Cunha
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A mulher de César e a mulher de Cunha

Cláudia Cruz personifica corrupção sob Lula e Dilma: roubar do povo para comprar produtos de grife caríssimos

José Nêumanne

10 de junho de 2016 | 09h46

Cláudia e Cunha, a bela e a fera

Cláudia e Cunha, a bela e a fera

A Operação Lava Jato tornou a mulher de Cunha o oposto do famoso lema da mulher de César, segundo o qual ela tem de parecer honesta, e não apenas ser honesta. O juiz Sergio Moro fez de Cláudia Cruz ré e o procurador Deltan Dallagnol explicou que ela é acusada de ter recorrido a dois métodos de lavagem para o dinheiro das propinas da Petrobrás paga a seu marido: o depósito em trusts em bancos no exterior e a compra desregrada de sapatos, bolsas e roupas caríssimas e de grife. Passa a protagonizar, na condição de miss, a crise de vergonha na cara que assola o País.

(Comentário do Estadão no Ar da Rádio Estadão – FM 92,9) na sexta-feira 10 de junho de 2016)

Para ouvir clique aqui e, aberto o site da emissora, duas vezes no play sob o anúncio em azul

 

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