A magia do rádio na voz de Boechat
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A magia do rádio na voz de Boechat

O Jornal da Band tornou seu âncora popular em todo o País, mas foi participando de programas na rádio que ele conquistou mentes e corações de um público que o ouvia como se fosse um irmão

José Nêumanne

11 de fevereiro de 2019 | 18h54

O âncora sério por dever de ofício na TV conquistava o ouvinte da Band FM com o humor fraterno irresistível de Boechat. Foto: Band Divulgação

Poucos radialistas brasileiros conseguiram traduzir com tanto esmero, profissionalismo e o timbre adequado de voz a magia do rádio como Ricardo Eugênio Boechat. Famoso por ancorar o telejornal diário da TV Band, o comunicador, nascido em Buenos Aires de família de Niterói e carioca como poucos, entrava na intimidade de qualquer ouvinte de rádio como se fosse um irmão. Respeitado pelo destemor e pela independência, ele fará falta por ter pertencido a uma casta cada vez mais reduzida de comentaristas do porte de William Waack, Alexandre Garcia, Augusto Nunes, Josias de Souza e José Roberto Guzzo e o inusitado atropelamento do helicóptero em que viajava por uma carreta reduziu este time à esqualidez. Este é o áudio da abertura do programa Fim de Tarde Eldorado, de Emanuel Bomfim, na Rádio Eldorado FM 107.3 na segunda-feira 11 de fevereiro de 2019, às 17 horas, a hora em que, segundo o Lorca, os toureiros morrem.

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