O lorotário da presidenta

O lorotário da presidenta

Na carta ao Senado, Dilma contou as lorotas de sempre com clareza

José Nêumanne

17 de agosto de 2016 | 10h57

Dilma: ocaso no Alvorada DIDA SAMPAIO / ESTADAO

Dilma: ocaso no Alvorada DIDA SAMPAIO / ESTADAO

Bem que Dilma poderia ter começado sua carta ao Senado e à Nação, lida na terça-feira, parodiando a carta-testamento que José Soares Maciel Filho escreveu e foi divulgada depois do suicídio de Getúlio, há 62 anos: “saio do poder para entrar na Lava Jato”. Afinal naquele mesmo dia, o relator da operação no STF, Teori Zavascki, autorizou o Ministério Público Federal e a Polícia Federal a investigarem seu eventual crime de obstrução da Justiça ao nomear Lula para a chefia da Casa Civil só para livrá-lo da primeira instância, na qual o processo corre sob a égide do juiz Sergio Moro. Em vez disso, limitou-se a contar de novo, mas com clareza, as lorotas de sempre.

(Comentário no Estadão no Ar da Rádio Estadão – FM 92,9 – na quarta-feira 17 de agosto de 2016, às 7h08m)

Para ouvir clique aqui e, aberto o site da emissora, 2 vezes no play sob o anúncio em azul

 

 

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