As informações e opiniões formadas neste blog são de responsabilidade única do autor.

A fuga pela metáfora

Antes do desfecho do episódio desencadeado pelos laranjais eleitorais do PSL em Pernambuco, Bolsonaro prometeu mudar os rumos do País e Bebianno citou texto sobre lealdade em péssimo português de pretenso escritor

José Nêumanne

18 de fevereiro de 2019 | 06h44

Carlos Bolsonaro e Gustavo Bebianno são desafetos desde a campanha e levaram a luta para ser arbitrada no governo por papai presidente. Fotos: Reprodução/Instagram Carlos Bolsonaro e Dida Sampaio/Estadão

Após terem protagonizado um episódio nada gratificante em que futrica de comadres impregnou a relação institucional que deve prevalecer na gestão republicana, o presidente Jair Bolsonaro e o secretário-geral da Presidência em vias de virar ex, Gustavo Bebbiano, fugiram pela tangente apelando para a figura retórica da metáfora vaga. Bolsonaro, fiel ao estilo habitual, que o levou à vitória nas eleições e com o qual pretende governar, dirigiu-se a seus milhões de seguidores no Twitter garantindo que seu governo “está determinado a mudar os rumos do País e a “fazer diferente dos anteriores”. Bebbiano recorreu a texto lavrado em péssimo português por um pretenso escritor sobre a lealdade. Este é meu comentário no Estadão Notícias, no Portal do Estadão desde 6 horas da segunda-feira 18 de fevereiro de 2019.

Para ouvir clique aqui e, em seguida, no player

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.