A franqueza contra a nobreza

A franqueza contra a nobreza

Finda a campanha da baixaria, Trump e Hillary respeitam povo e falam em união dos EUA

José Nêumanne

09 de novembro de 2016 | 19h04

Trump prega a união dos Estados Unidos - Foto/AFP

Trump prega a união dos Estados Unidos – Foto/AFP

No discurso da vitória, Trump elogiou Hillary, não para se vangloriar, mas para mostrar que sabe que, ao desqualificar a derrotada, tiraria méritos do vencedor e da disputa. E também para mostrar que, eleito, ou governa para todos ou desperdiça o esforço desmedido para ganhar a eleição. E Hillary, ao lamentar a derrota, lembrou que o adversário não é mais o vencedor, mas o chefe de cujo sucesso seu povo depende. Em entrevista a Camila Tuchlinski, o psicanalista Jacob Pinheiro Goldberg advertiu, sensatamente, que o americano comum consagrou na eleição o sentimento planetário de que a franqueza dos genuínos predomina no ambiente político sobre a nobreza de quem esconde sentimentos.

(Comentário no Direto da Redação 3 da Rádio Estadão – FM 92,9 – na quarta-feira 9 de novembro de 2016, às 17h35m)

 

 

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Para ouvir a entrevista de Jacob Goldberg a Camila Tuchlinski clique aqui

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