A crise da democracia representativa
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A crise da democracia representativa

Ipsos retrata tamanho da crise da democracia representativa: 94% não se sentem representados

José Nêumanne

14 Agosto 2017 | 17h31

Líder do governo, Jucá quer que emendas banquem campanhas Foto Marcelo Camargo/Agência Brasil

“94% dos eleitores não se veem representados por políticos”. Ou seja, “classe política enfrenta rejeição generalizada”. Estes são a manchete de primeira página, do Estado de S. Paulo da segunda-feira 14 de agosto de 2017 e o título da Pag.A4, a primeira e mais importante da editoria de política do mesmo jornal no mesmo dia. As conclusões foram tiradas de uma do Instituto Ipsos, insuspeito de tentativas de tentar imiscuir-se na política paroquial brasileira, sendo, portanto, até segunda ordem, confiável. Quem conhece a realidade política no Brasil e já sentiu o pulso do cidadão comum sabe que é gravíssima a crise de representatividade em nossa democracia e só é difícil acreditar que 6% dos cidadãos sintam-se representados.

(Comentário no Jornal Eldorado da Rádio Eldorado – FM 107,3 – na segunda-feira 14 de agosto de 2017, às 7h30m)

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Eldorado 14 de agosto de 2017

1 – O Estadão de domingo deu em manchete e em reportagens que abrem a editoria de Política resultado de pesquisa do Instituto Ipsos que dá conta de que 94% dos brasileiros não se sentem representados pelos políticos que se dizem seus representantes. Este índice o surpreende?

O Brasil é um país onde a democracia é respeitada Não 86% X 9% Sim Considera a democracia o melhor regime para o Brasil Sim 55% Não 33% Não sei 17% Considera nosso tipo de democracia o melhor regime para o Brasil? não 47%, Sim 38%, Não sabe 15% Todos os brasileiros devem ser iguais perante a lei? 96 sim 3% não 1 não sabe

No Brasil todos são iguais perante a lei 15% sim 84% não 1% não sabe

o problema do país não é o partido politco, mas  o sistema como um todo 81 12 7 o que vale são partidos políticos que roubam mas fazem  84 10 6

a corrupção é culpa do povo que elege os políticos 44  52   4  É possível governar sem corrupção 84 12  5

2 – É possível fazer campanhas políticas que não custem bilhões ou precisamos de doações empresariais ou recursos públicos?

“A criação de um fundo com recursos públicos, estimado em R$ 3,6 bilhões, para fimanciar as campanha a partir de 2018 é consenso.”

Esse fundo só vai preservar o foro privilegiado letárgico do congresso. Só recebem o fundo os que já estão lá e que foram eleitos com recursos ilegais. Entáo seria um fundo para preservar os defeitos anteriores das eleições, as mentiras. Fundo financiador da impunidade
Miriam Leitão, Campanhas melhores: A democracia tem um custo, Entende-se. O candidato precisa viajar, explicar suas ideias e projetos., convencer o eleitor, preparar suas ideias para o horário eleitoral.. Com menos dinheir9o, a pessoa terá que contar com a própria capacidade de  convencer. Precisará ter ideias próprias e não contratar ivnentores de clichês e de falsas promessas.  Assim, quem sabe o país terá campanhas políticas de melhor qualidade.

3 – Emendas alcançaram 5, 7 bilhões de reais, 33,4% a mais doque o divulgado. Você acha que esse recurso para evitar procesar o presidente obedeceu a critérios democráticos?

Há outras prioridades.

Democracia depende mais de transparência do que de trololó.

4 – Ministério Público desiste de pedir 16,7 % de reajuste salarial. A seu ver, esta é apenas uma boa notícia de pouca significância ou tem valor para nossa democracia tão desprezada?

Primeiro STF, liderado por Cármen Lúcia. Depois o MPF

Raquel Dodge foi corporativista.

Péssimo exemplo dos procuradores.

A força da pressão da opinião pública.

Um bom caminho.

5 -Prejuízo da Oi é um dos maiores da história da Bolsa. O que produziu esse rombo e o que fazer para evitar que ele comprometa ainda mais nossas contas públicas?

Queda recorde

Por Ernesto Neves
O prejuízo de R$ 3,27 bilhões registrado pela Oi entre abril e junho é o terceiro maior da história entre empresas de capital aberto do país. Os dados são da consultoria Economática, que realiza o levantamento desde 1986.
O maior prejuízo até hoje pertence à Sergen, da construção civil, que perdeu R% 5,6 bilhões em 2012. Em seguida vem a finada OGX, de Eike Batista, que registrou queda de R$ 4,7 bilhões em 2013.

Ele deveria insistir que a administração não tem condições de ficar à frente da empresa e que os credores deveriam nomear uma administração.

SONORA Bezerra da Silva É ladrão que não acaba mais