A beleza da poesia sufi

A poesia profunda e bela dos sufis mostra que o Islã não é só guerra (jihad)

José Nêumanne

13 de julho de 2016 | 11h34

Os sufistas na Pérsia e na Turquia guardam uma tradição milenar de inspiração que vem do tempo de Maomé: são os muçulmanos esotéricos. A tradição sufi produziu em Konia, no Irã moderno, um poeta maior comparável aos ocidentais Shakespeare e Dante Alighieri: Rumi. A musica de meditação sufi, com a qual abri e fechei o comentário Direto ao Assunto no Direto da Redação 3 da Rádio Estadão – FM 92,9 – de terça-feira 12 de julho de 2016, às 18 horas – e o balé dos dervixes giratórios sobrevivem em nossos dias, como provas vivas de que o Islã não é só jihad, guerra;

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