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36 a 13, um placar animador

Vitória folgada do Brasil contra corporações poderosas na Comissão Especial da Reforma da Previdência ainda não significa o fim da guerra, a ser travada no plenário na decisão final, mas é momento histórico a ser festejado e repetido

José Nêumanne

05 de julho de 2019 | 22h22

Relator Samuel Moreira e presidente Marcelo Ramos conduziram Comissão Especial da Reforma da Previdência com competência elogiada por Paulo Guedes. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Nos tempos em que eu disputava partidas de vôlei no seminário em Campina Grande uma contagem folgada era chamada de capote. Foi isso que aconteceu na Comissão Especial da reforma da Previdência na Câmara: 36 a 16 é um resultado animador. O Brasil, e não o governo nem a Câmara, ganhou uma batalha importante (eu diria histórica) contra as castas privilegiadas responsáveis pelo rombo das despesas previdenciárias que comprometem as contas públicas. Mas a luta continua, como bradam grevistas em suas manifestações.

Para ouvir comentário no Jornal da Gazeta da sexta-feira 5 de julho de 2019 clique aqui

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