Pedras que contam
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Pedras que contam

Na tarde do penúltimo dia da 33.ª Bienal de São Paulo, na instalação Ilha Brasilis, artista plástica Denise Milan fala da lição que pedras brasileiras com 130 milhões de anos dão à humanidade: co-existir para não perecer

José Nêumanne

08 Dezembro 2018 | 19h53

Instalação Ilha Brasilis de Denise Milan com pedras que ela cata por garimpos do País inteiro na 33.ª Bienal. Foto: Divulgação da Fundação Bienal de São Paulo

Em sua instalação Ilha Brasilis, com pedras de milhões de anos de existência que cata em garimpos por todo o território nacional, na véspera do encerramento da 33.º Bienal de São Paulo, a artista plástica Denise Milan falou do que elas contam de essencial, mandando uma mensagem do continente Brasil para o mundo inteiro: para não perecer urge co-existir. Se gostar deste vídeo, por favor, dê um like, inscreva-se no meu canal, clique no sininho para ser informado quando gravar e publicar os próximos; e me encontre diariamente no Blog do Nêumanne, Política, Estadão (https://politica.estadao.com.br/blogs/neumanne/) e no meu site Estação Nêumanne (www.neumanne.com); de segunda a sexta feiras, às 6 horas, no Estadão Notícias no Portal do Estadão, e, às 7h30, no Jornal Eldorado da Rádio Eldorado – FM 107,3 (eldorado@estadao.com.net) e esporadicamente no Estadão às 5 aqui mesmo no YouTube. Direto ao assunto. Inté. E Deus é mais.