Yale proíbe namoro entre professores e alunos

Marcos Guterman

05 de abril de 2010 | 20h40

O debate durou 25 anos, mas agora virou norma: a Universidade Yale proibiu que seus funcionários – leia-se: professores – tenham casos amorosos com alunos.

Segundo a direção, a instituição “tem a responsabilidade de proteger os estudantes de um comportamento que é destrutivo para eles e para seus objetivos dentro da escola”. A justificativa, diz, é que os estudantes “são particularmente vulneráveis ao poder institucional desigual inerente à relação professor-aluno e ao poder de coerção, por causa de sua idade e de sua relativa falta de maturidade”.

Um professor que defendia o veto resumiu: “Os pais não mandam seus filhos a Yale para que eles durmam com os professores”.

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