Sarkozy e Carla Bruni: 'duas bestas selvagens'

Marcos Guterman

12 de fevereiro de 2009 | 02h18


Sarkozy e Carla namoram, enquanto Lula fica com Durão Barroso

O publicitário francês Jacques Séguéla foi o responsável pelo primeiro encontro entre o presidente e mulherengo Nicolas Sarkozy e a cantora, modelo e predadora sexual Carla Bruni. É dele a descrição do que aconteceu naquela noite de 13 de novembro de 2007, publicada nesta semana na França. Segundo sua definição, relatada pelo Times, foi um “inesperado jogo de sedução entre duas bestas selvagens” na frente dos demais convidados.

Séguéla conta que, quando Sarkozy chegou, foi atraído “como um ímã” para Carla. Ela o advertiu que conhecia sua fama de caçador de mulheres. “Minha reputação não é pior do que a sua”, respondeu Sarkozy. “Eu a conheço bem sem nunca tê-la encontrado. Sei tudo sobre você. Você faz amor porque ninguém faz amor com você. Eu sei tudo sobre você porque eu sou como você.”

Em seguida, Sarkozy disse que iria a um show de Carla e anunciaria o casamento entre eles. “Você verá que faremos melhor do que Marilyn e Kennedy.” Ela respondeu que só se casaria com um homem que lhe desse um filho, ao que o presidente respondeu: “Eu já tenho cinco. Por que não seis?”.

Nesse momento, segundo Séguéla, Sarkozy desafiou Carla a beijá-lo na boca, na frente de todos. Ela não respondeu. Eles foram embora juntos, e o presidente a deixou em casa. Carla lhe deu seu número de telefone. Dez minutos depois, a cantora ligou para Séguéla e se queixou que Sarkozy ainda não havia telefonado para ela.

Foto: Tasso Marcelo/Agência Estado

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