Quem disse que não dá?

Marcos Guterman

14 de abril de 2009 | 19h29

Neymar cruza para si mesmo, em campanha da Nike.

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Por falar em cruzar e cabecear, Barack Obama encontrou tempo, entre uma decisão histórica e outra, para mandar uma carta à Fifa apoiando a candidatura dos EUA para a Copa de 2018 ou 2022.

Obama, que disse ter jogado futebol quando criança, na Indonésia, escreveu: “O futebol é verdadeiramente o esporte mundial, e a Copa do Mundo promove a camaradagem e a competição amistosa por todo o globo. Eis por que essa candidatura é muito mais do que uma competição. É sobre os EUA convidando o mundo a se reunir em nosso grande país na celebração de nossos sonhos e esperanças comuns”.

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