Que bom, não estamos passando vergonha

Marcos Guterman

11 de fevereiro de 2011 | 21h17

A presidente Dilma Rousseff não se ofereceu para mediar a transição no Egito nem fez bravatas celebrando o fim da “tutela” americana na região. Limitou-se a soltar uma nota anódina em que pede “entendimento” e “diálogo democrático” – um tom adequado ao pequeno peso do Brasil no Oriente Médio.

Quanta diferença.

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