Quanto mais velho, melhor

Marcos Guterman

12 de junho de 2010 | 00h07

Uma grande pesquisa feita nos EUA, que acaba de ser publicada no Proceedings of the National Academy of Sciences, mostra que as pessoas idosas se sentem mais felizes que as jovens.

Segundo o estudo, as pessoas chegam muito bem aos 18 anos, mas então começam a ver a vida com mais amargura até os 50 anos, momento em que a felicidade chega e não para mais de crescer. Os entrevistados de 85 anos de idade são os mais felizes da pesquisa.

Os especialistas não entenderam os resultados, que contrariam o senso comum. De qualquer maneira, para aqueles que estão chegando aos 50, fica a certeza científica de que agora é que a vida começa.

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