Os tempos mudam

Marcos Guterman

08 de agosto de 2009 | 01h15

O cigarro hoje é vilão, mas, em 1922, faturava em cima da febre do futebol que começava a tomar o Brasil, como dá para ver ao pé da página do jornal São Paulo Sportivo reproduzida abaixo. A Cia Castellões pediu aos jogadores de futebol paulistas que enviassem fotos para que fossem estampadas nos maços de cigarro feitos pela fábrica. Não pagou um centavo por isso, já que o futebol era amador na época, e coisas como “direito de imagem” não existiam. Em uma edição posterior, a Cia Castellões atesta que, por causa desse marketing, vendeu cigarros como nunca.

Crédito: Arquivo Público do Estado de São Paulo

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