Na despedida, Bush deixa sua marca

Marcos Guterman

22 de dezembro de 2008 | 10h20

No apagar das luzes do governo Bush, a Casa Branca baixou normas que protegem a “objeção de consciência” no serviço de saúde. Isso significa que não poderão ser demitidos aqueles funcionários que, por questões religiosas ou éticas, se recusarem a colaborar em aborto, fertilização artificial, planejamento familiar e eutanásia. O governo diz que cortará verbas federais de clínicas e hospitais que desrespeitarem essa norma.

Formalmente, Obama não se pronunciou a respeito, mas seus assessores informaram que “o presidente eleito irá rever todas as determinações” tomadas nos estertores do atual governo.

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