Lula e o etanol: bode morre pela boca

Marcos Guterman

23 de novembro de 2011 | 23h03

Em setembro de 2010, o então presidente Lula jactou-se do etanol brasileiro, disse que os países ricos teriam de se abrir para o produto e ironizou o etanol de milho feito nos EUA:

“Milho a gente dá para galinha para comer e para a galinha poedeira botar uns ovinhos, mas não pode dar muito milho para bode, porque ele estufa e morre”.

A ironia é que, pelo contrário, o Brasil pode estar a caminho de se tornar dependente do etanol de milho para bodes e galinhas americanos.

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