Longa vida ao teleponto

Marcos Guterman

23 de abril de 2010 | 00h02

Dilma Rousseff, incapaz de discursar de improviso, já teve de usar anotações até para bradar “viva o PR”, durante evento em que o Partido da República sacramentou seu apoio à presidenciável do PT. É possível imaginar como seria sua campanha sem muletas tecnológicas, como o teleponto? Sim, é possível: basta ver o vídeo abaixo, da campanha do insosso Calvin Coolidge à Presidência dos EUA, em 1924.

Em tempo: Coolidge ganhou a eleição.

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