“Lixo” é uma coisa relativa

Marcos Guterman

09 de setembro de 2010 | 00h01

Wuerffel e seu lixo, em foto do Chicago Tribune

Wuerffel e seu lixo, em foto do Chicago Tribune

 

 

John Wuerffel juntou um monte de cacarecos no jardim de sua casa, em Schaumburg (Illinois). Os vizinhos não gostaram e o processaram por acumular “lixo” em casa. Ele foi condenado e deverá pagar uma multa de até US$ 750 – além de ter de limpar a bagunça. No julgamento, Wuerfell foi seu próprio advogado e, às lágrimas, usou o argumento pós-moderno que rejeita a cosmovisão universal acerca dos dejetos: “Lixo é uma palavra interpretativa. Isso (o lixo) é minha vida. Deixem-me viver minha vida”.

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