Irã, um país triste

Marcos Guterman

03 de agosto de 2010 | 00h08

O aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã, declarou nesta segunda-feira que a música “não é compatível” com os “elevados valores” do “sagrado regime” da República Islâmica, razão pela qual não deve ser executada ou ensinada no país, relata o Guardian.

De fato, música não combina com apedrejamento de mulheres até a morte, enforcamento de homossexuais, tortura de dissidentes políticos, perseguição de minorias religiosas e censura generalizada.

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