Funk iraniano

Marcos Guterman

19 de setembro de 2009 | 01h08

O Irã, como se sabe, não é feito só de um presidente anti-semita e de aiatolás misóginos e homofóbicos. É feito também de uma cultura permanentemente surpreendente, como constatou o NPR ao falar da música que lá se fazia nos anos 70 – antes, portanto, da revolução islâmica.

Abaixo, algumas das descobertas da “arqueologia do funk” no Irã.

Versão de “Hava Nagila”, clássico judaico executado pelo Dia Prometido, grupo de espanhóis radicados em Teerã. Uma delícia:

“Soul Raga”, de Mehr Pooya, o “embaixador da cítara no Irã”. Ultramoderno:

“Kalakat”, de Shamaeezadeh, é totalmente ocidental:

Para finalizar, “I Want To Take You Higher”, de Googoush, diva pop iraniana que faz sucesso até hoje:

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.