Embargo a Cuba. Mas que embargo?

Marcos Guterman

04 de setembro de 2009 | 00h18

O shopping Carlos Tercero, em Havana, é a prova de que o embargo americano a Cuba não funciona. Há produtos da Wilson, da Westinghouse e da Ray-Ban em profusão, “dividindo espaço com camisetas de Che Guevara”, diz o Miami Herald. Em tese, essas fábricas não poderiam vender nada para Cuba, mas elas pouco podem fazer se seus clientes revendem os produtos para os cubanos.

“O embargo não é dos EUA contra Cuba”, disse um taxista de Havana, “é entre os cubanos que podem comprar e os que não podem.”

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