Eles nunca nos decepcionam

Marcos Guterman

22 de fevereiro de 2011 | 18h15

O progressista presidente da Nicarágua, Daniel Ortega, telefonou ao ditador da Líbia, Muamar Kadafi – aquele que está matando seus próprios concidadãos –, para lhe prestar “solidariedade”. Ortega disse que Kadafi está lutando “uma grande batalha” para manter seu país “unido”.

Como se sabe, Ortega é um dos principais líderes da vanguarda chavista, aquela turma que diz estar criando um “novo mundo”, mais “humanista” e “solidário”.

Na mesma linha, Fidel Castro, o ditador de pijama de Cuba, também expressou seus “pensamentos” acerca da crise líbia. Para ele, é “muito cedo” para criticar Kadafi, porque as notícias sobre a Líbia podem ser mentirosas. O visionário cubano – que, apesar da aposentadoria, mostra que ainda é mestre em distorcer a realidade para adaptá-la às suas fantasias – disse que a crise servirá de pretexto para que a Otan, liderada pelos EUA, invada a Líbia e cometa um “crime contra o povo líbio”.

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