Do inferno ao paraíso

Marcos Guterman

11 de junho de 2009 | 01h39


Palau entra no mapa geopolítico: 20 mil habitantes

Os EUA conseguiram convencer o governo de Palau a receber 17 prisioneiros muçulmanos chineses que estão em Guantánamo e que a Justiça americana mandou soltar. Como a China os acusa de extremismo e separatismo, os EUA se recusaram a mandá-los para lá, por temer que fossem executados. Washington então consultou cerca de cem países, mas não encontrou ninguém disposto a receber os ex-prisioneiros, entre outras razões porque Pequim fez pressão.

Até que apareceu Palau, “um paraíso”, segundo seu representante na ONU, o americano Stuart Beck. Nada mal para quem viveu os últimos anos no inferno.

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.