Crise afeta até quem está morto

Marcos Guterman

23 de julho de 2009 | 12h26

O buraco em que se enfiou a economia americana não poupou nem os mortos. Em Los Angeles, por exemplo, cada vez mais famílias não têm dinheiro para fazer o funeral de parentes falecidos. Resultado: a família deixa o corpo no necrotério até que expire o prazo para reivindicá-lo; então, a prefeitura crema o cadáver, à custa do contribuinte, e entrega as cinzas aos familiares por uma taxa bem inferior ao preço de um enterro.

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