A nova cultura chinesa, versão capitalista

Marcos Guterman

08 de agosto de 2010 | 00h14

O ministro da Cultura da China, Cai Wu, atacou a mídia local, ao dizer que muitas publicações do país só fazem “fofocas” ou estimulam o consumismo e a apologia ao dinheiro, informa o Daily Telegraph.

Sobraram críticas para todo mundo. “Publicamos mais de 300 mil livros todos os anos, mas quantos deles podem ser comparados aos escritos deixados por nossos antepassados? Produzimos 400 filmes e centenas de programas de TV a cada ano, mas quantos deles serão reconhecidos como clássicos?”

Para Cai, esse estado de coisas resulta das reformas voltadas para a abertura de mercado, em que “um sistema orientado pelo lucro transforma entretenimento barato em cultura”.

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