A encruzilhada do Brasil em Honduras

Marcos Guterman

03 de dezembro de 2009 | 00h36

O Congresso hondurenho, eleito democraticamente, rejeitou a volta de Manuel Zelaya à Presidência. Assim com as eleições de domingo passado, a sessão de ontem respeitou todos os critérios de um exercício institucional legítimo, a despeito da tensão no país.

Agora, só resta ao presidente deposto pedir asilo ao Brasil, que o acolheu irresponsavelmente na embaixada em Tegucigalpa, ou à Venezuela, cujo líder arquitetou toda essa lambança na América Central.

E o Brasil terá então de decidir entre ter bom senso e aceitar a nova situação ou continuar a ser ferramenta do chavismo para desestabilizar o continente, em pueril desafio aos EUA.

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