A economia do cocô de vaca

Marcos Guterman

03 de agosto de 2009 | 22h03

Shawn Saylor, um fazendeiro da Pensilvânia, transforma cocô de vaca em energia. Ele coloca o estrume de seus 600 animais numa máquina que serve para liberar o gás metano contido nas fezes. Esse gás gera eletricidade e uma economia de US$ 200 mil por ano. O excremento que sobra no processo vira adubo.

A vantagem adicional, diz Saylor, é que acabou o insuportável cheiro de cocô de vaca na fazenda.

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